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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Exploitation, Alienation, Automation and Mechanized People Slaves of the System

Exploração, Alienação, Robotização de Pessoas Mecanizadas e Escravas do Sistema (Pedro Azambuja do Blog: (http://tormentosdaalma.blogspot.com

"Mecanizados" / "Mechanized"






"Robotizados" / "Automation"





"Manipulados" / " Manipulated"
"Somos Observados a todo Momento!" / " We observed all the time!"
Esta série de pinturas, com técnica de desenho a lápis sobre imagens nos jornais, a partir de páginas de propagandas de uma loja que vende CD´s, DVD´s, e Livros, criei desenhos onde ser humano, máquinas, fios, cabos fundem-se, criando um organismo único. E em alguns trabalhos ainda contém fotos e frases do original, com poucas intervenções. Minha inspiração foram as obras de HR Giger (http://www.hrgigermuseum.com/), mas a intenção é falar sobre a exploração, alienação, a "robotização" e manipulação de nossos sentimentos e das pessoas e a escravidão imposta pelo Sistema.
Irei citar parte de um texto sobre o os simbolismos na arte de Giger que o blog (http://marmitafilosofica.blogspot.com/2009/05/ars-erotica.html) diz com propriedade sobre o assunto:
"...A metáfora da mecanização do gozo me veio ao folhear um livro do artista plástico H.R. Giger. Giger foi um pintor contemporâneo, que soube retratar como poucos a erotização como ligação do homem a um objeto, não necessariamente humano. Suas pinturas, de um cruel surrealismo, retratam bem aquelas projeções fálicas que Freud sublinhava como o signo do homem, em objetos industriais, armas, monstros, insetos humanóides (ou humanos insetóides como preferia Timothy Leary). Um de seus monstros, o famoso Alien, o oitavo passageiro da série de cinema dirigida por Riddley Scott tem um formato claramente fálico de cabeça. Mas não é só isso, em Giger temos montanhas que transam, cabos penetrando orifícios mecânicos vaginalmente úmidos, uma orgia que confunde o orgânico e o mecânico com tanta perícia que distinguir onde começa a carne e termina o metal é impossível. Não é atoa que a mais famosa série de suas pinturas tem por nome 'Biomecanóides', e retrate uma total e completa promiscuidade entre homem e máquina, numa lascívia que nos lembra que no mundo atual, em termos de sexo, somos todos objetos. Outra série de desenhos seus, chamados 'Wir Atomnkinder' (nós, os filhos atômicos) retrata bem a mitologia pós-nuclear, com seres deformados nas mais variadas situações, e tudo, obviamente, com uma certa dose de erotismo, ainda que muitas vezes dissimulado e encoberto pela crueldade de certas imagens..."

Um comentário:

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