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domingo, 31 de maio de 2009

Pinturas Surrealistas


"Miss Canine"

 "Prisioneiro de Si Mesmo"
"Somos prisioneiros dos nossos sentimentos. Sonhos, fantasias e ilusões são as chaves que nos libertam de nós mesmos. As asas, nos dadas por Deus, para que possamos escapar e voar para fora desta prisão que chamamos de vida." (Carlos Cunha)

Si mesmo (ing. self, al. Selbst) é um termo que tem uma loga história na psicologia. William James, um dos pais da psicologia, distigue em 1892 entre o "eu", como a instância interna conhecedora (I as knower), e o "si mesmo", como o conhecimento que o indivíduo tem sobre si próprio (self as known). Baumeister (1993), partindo da definição de James e do trabalho de C. H. Cooley, propõe que o "si mesmo" se baseia em três experiências básicas do ser humano:

a) A consciência reflexiva, que é o conhecimento sobre si próprio e a capacidade de ter consciência de si;
b) A interpessoalidade dos relacionamentos humanos, através dos quais o indivíduo recebe informações sobre si;
c) A capacidade do ser humano de agir.
Esse conhecimento que o "eu" tem sobre "si mesmo" tem dois aspectos distintos: por uma lado um aspecto descritivo chamado autoimagem e por outro um aspecto valorativo, a autoestima (Potreck-Rose & Jacob, 2006).
Muito conhecido é o uso jungiano do termo. Segundo Jung, o principal arquétipo é o Si mesmo (ou Self). O Si mesmo é o centro de toda a personalidade. Dele emana todo o potencial energético de que a psique dispõe. É o ordenador dos processos psíquicos. Integra e equilibra todos os aspectos do inconsciente, devendo proporcionar, em situações normais, unidade e estabilidade à personalidade humana. Jung conceituou o Si mesmo da seguinte forma: “O Si mesmo representa o objetivo do homem inteiro, a saber, a realização de sua totalidade e de sua individualidade, com ou contra sua vontade. A dinâmica desse processo é o instinto, que vigia para que tudo o que pertence a uma vida individual figure ali, exatamente, com ou sem a concordância do sujeito, quer tenha consciência do que acontece, quer não.[carece de fontes?]
Os símbolos do Si mesmo geralmente ocorrem quando de alguma crise de vida, de um obstáculo com o qual o indivíduo não sabe lidar. Então, ele pode ocorrer nos sonhos ou em outros eventos simbólicos na forma de figuras transcendentais, ilustres personalidades, a "voz" de Deus, etc., ou figuras geométricas, normalmente na forma de mandalas, como a que se encontra acima.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Si_mesmo



"Força & Leveza"

 "Shiru"


 "Mutação"
"Nem tudo que não vemos... é porque não existe." (César Jihad - Vulto Madhiba)



"Taurus"
Guache e terra sobre cartão

 "Força Lunar"

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